27 de julho de 2006

Para meu Anjo....

Cântico VI - Cecília Meirelles

Tu tens um medo:
Acabar
Não vês que acaba todo o dia
Que morres no amor.
Na tristeza.
Na dúvida.
No desejo.

Que te renovas todo o dia.
No amor.
Na tristeza.
Na dúvida.
No desejo.

Que és sempre outro.
Que és sempre o mesmo.
Que morrerás por idades imensas.
Até não teres mais medo de morrer.

E então serás eterno.


Sempre me protegendo, ao meu lado, minha esperança!

Outubro esperança!






Copiado lá de O Mundo é de quem faz, da Stella, meu engajamento e alerta de que somos nós fazemos o Brasil.

26 de julho de 2006

"Quer ganhar um livro meu, autografado?" Roberto Porot


Torcedoras e Torcedores do Botafogo:

Acabo de lançar, no meu Blog, um concurso entre os meus fiéis e queridos leitores.
A brincadeira é adivinhar
QUE JOGADOR VAI MARCAR O MILÉSIMO GOL DOBOTAFOGO EM CAMPEONATOS BRASILEIROS E QUEM QUE JOGO ISSO VAI ACONTECER.

Então, acessem http://portoroberto.blog.uol.com.br/ para ler o "regulamento"da brincadeira e...
PARTICIPEM!
Saudações Botafoguenses,
Roberto Porto
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É história pura do clube considerado entre os maiores da história mundial pela FIFA. Que viu jogar pelo menos três jogadores integrantes da Seleção de Todos os Tempos da FIFA.
No livro constam os nomes de inúmeros apaixonados botafoguenses, inclusive minha famíla.
Mesmo para quem não é torcedor do Glorioso, porém gosta de futebol, vale a pena.
Conheçam mais sobre o 'arquivo vivo' Roberto Porto, o Glorioso Botafogo e outras histórias no blog, clicando no título ou aqui.
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25 de julho de 2006

Para ganhar R$ 2 mil de cachê, 500 se oferecem para tirar a roupa em comercial


Élcio Braga


Rio - Toda nudez será remunerada. Agência de figurantes cadastra há um mês interessados em ficar nu em pêlo durante gravação de comercial de TV, simulando o trabalho do fotógrafo americano Spencer Tunick, que roda o mundo clicando multidões despidas.

A informação não confirmada, ainda, de que o cachê será de R$ 2.016 por oito dias de trabalho já levou 500 pessoas a se inscrever. É a oportunidade de ficar nu com a mão no bolso cheio de dinheiro.


Diretor da Tripla Cultura, o ator Marcelo di Blasi evita detalhes sobre a produção. Diz que produtor o procurou sobre a possibilidade de reunir pessoas sem roupa. O comercial seria sobre hidratante e já atraiu até uma família inteira. As inscrições podem ser feitas na Tripla Cultura, pelo telefone 3350-4945 ou pelo e-mail agencia@monnalu.com.br.

A agência passou a receber mais inscrições após recorrer à Associação Naturista do Rio (ANA). Na página www.jornalolhonu.com, informa-se que 1.500 figurantes terão cachê de R$ 252, líquido, por dia. O presidente da ANA, Pedro Ribeiro, pôs o nome lá. “Contamos com 360 naturistas”, diz ele, que participou em 2002 da foto de Spencer Tunick, com 1,2 mil pelados, em São Paulo.
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Aos interessados informo que apesar de estarmos no inverno, tem feito calor aqui no Rio. Quem gostar pode se bronzear na Praia do Abricó.

24 de julho de 2006

Quinua: o cereal do momento

O grande desafio da medicina tem sido descobrir meios de prevenir as doenças e não apenas formas de curá-las. Nessa linha de pesquisa, os alimentos são campo de extraordiárias possibilidades. E a ciência se esforça para comprovar muitas coisas que nossos avós sabiam intuitivamente. Hoje, por exemplo, o assunto de discussão é a Quinua, um cereal que foi até apelidado de “mãe dos seres humanos”, porque contém todos os aminoácidos essenciais. Saiba porque os especialistas sugerem que você inclua este alimento superpoderoso em sua dieta.

Na verdade, de novo a Quinua não tem nada. É um cereal cultivado há mais de 5.000 anos pelos incas, nos Andes, a uma altitude de mais de 3.500 metros. Os estudos mostram que era a base da alimentação dos habitantes daquela região do Peru. Mas ficou um pouco esquecido após o domínio espanhol, que favoreceu a destruição de muitos hábitos ancestrais dos camponeses da região andina.
Hoje, o cereal é produzido por mais de 20.000 pequenos produtores, apoiados pela Anapqui (Associação Nacional de Produtores de Quinua). A Quinua é típica da Bolívia, mas países como Peru, Equador, México e Estados Unidos têm uma pequena produção. O grande objetivo é conseguir chegar a um estágio de produção que permita grandes exportações e torne possível uma divulgação maior das qualidades do cereal.

O que a Quinua tem de tão especial?
O médico nutrólogo dr. Edson Credidio explica que o grande sucesso do cereal é o fato de ser incomparavelmente rico em proteínas e aminoácidos. "
É uma proteína completa e mais fácil de digerir do que a proteína da carne", ensina a dra. Gillian Mc Keith, autora do livro "Você é o que você come". A Quinua “é comparada ao leite materno e apresenta praticamente o dobro de proteínas das encontradas no milho e no arroz”, diz o dr. Credidio.
Planta exótica, que chega a medir 2,5 metros de altura, sua grande plumagem, encontrada nas cores preta, vermelha, alaranjada, branca, amarela e verde, enfeita os campos. A espécie mais estudada até hoje é a Quinua Real, também a mais comercializada. Foi classificada pela Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação, como um dos alimentos mais completos do planeta.
As proteínas contidas nesse cereal são responsáveis pelo rendimento e a elasticidade das fibras musculares, auxiliam na recuperação de tecidos e células e ainda estimulam a produção de enzimas e hormônios. Daí alguns estudiosos acreditarem que é uma ótima opção para prevenção de doenças crônicas, dentre elas o câncer de mama e alguns problemas cardíacos, por exemplo.
O que os estudiosos estão tentando descobrir agora é se esse vegetal também possui os chamados fitoestrógenos, que atuam no organismo da mesma forma como certos hormônios e que teriam a função de amenizar os efeitos da menopausa nas mulheres. Isso porque algumas pesquisas feitas com mulheres que vivem na região do plantio e que tem na Quinua sua principal fonte de nutrição mostraram que elas sofrem menos com problemas como a osteosporose. A constatação poderia ser um indicativo, mas não há estudos que comprovem a presença da substância no cereal.
Outra característica importante é o fato de a Quinua ser um cereal sem glúten e, por isso, pode ser uma boa alternativa para os celíacos (pessoas que são intolerantes às proteínas contidas no glúten). Serve como um substituto do trigo em receitas de pães, macarrão, biscoitos e farinhas.
O melhor da Quinua é que ela consegue agradar a todos. Além dos benefícios às mulheres, como citamos acima, crianças e atletas têm neste cereal um grande aliado. A lisina, um componente também presente no grão, está relacionada ao desenvolvimento da inteligência, dos reflexos e da capacidade de aprendizagem e memória. Já para os atletas, o seu valor protéico ajuda na recuperação dos músculos e o fato de conter muito pouco colesterol e gorduras, faz da Quinua a alimentação perfeita para o corpo se manter nutrido diante de exercícios pesados.

A Quinua no Brasil...
Aos poucos, a Quinua vai conquistando os pratos dos brasileiros. É um pouco cedo para se falar em um produto agrícola nacional, mas o uso está se difundindo através da propaganda “boca a boca” dos que provaram a gostaram. Por isso, está sendo cada vez mais estudada.
No Brasil, a empresa Quinua Real Brasil (São Paulo), responsável pela introdução do cereal no país e pioneira em sua comercialização, já conta com 400 pontos de vendas. O empresário Clodomiro Carlos do Pinhal, responsável pela empresa, morou 12 anos na Bolívia e por volta do fim de 2004 trouxe a novidade para o Brasil.
Clodomiro explica que por trás do incentivo ao consumo está o Comércio Justo, que visa ajudar os produtores andinos que hoje vivem em condições precárias. Com muito pouco apoio externo, a região é hoje um lugar com altíssimo índice de pobreza. “Quem compra produtos deste tipo de comércio está ajudando a modificar uma realidade injusta”, diz ele.
A Quinua Real recebe o cereal já totalmente pronto no Brasil, da maneira como distribuem. Mas o grão pode ser consumido de maneiras diferentes, que variam de acordo com a criatividade. Aqui vão apenas algumas dicas de preparo, mas a Quinua, como boa mãe, está aberta a improvisações...
- A Quinua em flocos pode ser consumida como qualquer outro cereal, com iogurtes ou em vitaminas feitas em casa.
- Preparação como se fosse arroz (doce ou salgado): é só levar ao fogo por cerca de 15 minutos, com o dobro da quantidade de água......e o tempero fica por sua conta!!
- Pode ser também um substituto do trigo na preparação de um tabule.
Chefs de São Paulo descobriram a quinua e criaram pratos diversificados utilizando o cereal andino. No restaurante Carlota (centro), o "mignon de vitela com cuscuz real e abobrinha grelhada", que leva quinua, é um dos mais pedidos. O Joe & Leo's (zona oeste) faz um hambúrguer de quinua. No restaurante Sabuji (zona oeste), os destaques são o lagostim com quinua e a salada de quinua com tomate-cereja, queijo de cabra e pesto".

Onde encontrar:
Empório Santa Maria (www.emporiosantamaria.com.br)
Casa Santa Luzia (www.santaluzia.com.br)
Mundo Verde (www.mundoverde.com.br)
Site www.emporiobrasileiro.com.br

Para saber mais
Visite o site do Quinua Real Brasil e conheça toda a história desse cereal e onde você pode encontrá-lo

Dr Edson Credidio – Nutrólogo
A Nutrologia é uma especialidade médica clínica voltada ao diagnóstico, prevenção e tratamento de enfermidades nutricionais. Médicos Nutrólogos também orientam sobre a alimentação para melhora energética, correção do peso e aumento da longevidade, estudando os benefícios e malefícios para a saúde dos nutrientes existentes nos alimentos.

Visite o site da Assiciação Brasileira de Nutrologia
Leia o livro: Você é o que você come, da dra. Gillian Mc Keith, publicado pela Alegro
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Recebi e repassei por e-mail para meus amigos, a Lila - grande amiga lá de Belém - que conheceu e utilizou nos idos de 2001, me pediu que divulgasse no blog pelo sucesso da utilização ( "Gostei muito de saber que o conhecimento sobre esse miraculoso produto andino já está se disseminando. Ano passado uma revista sobre Nutrição publicou uma reportagem sobre ele mas não mencionou a existencia do site. Coloque isto no seu blog, pois muitas pessoas precisam conhecer este produto. Abraço grato, Lila" ).
Vale a pena conhecer....

Samba do Trabalhador - Renascença Samba Clube - DVD

Lua lança DVD Samba do Trabalhador, o primeiro de uma roda de samba no Brasil, com imagens da gravação do CD de mesmo nome

Álbum traz depoimentos dos participantes como Luiz Carlos da Vila e Rildo Hora (responsável pela regência), e extras com Diogo Nogueira interpretando seu pai, João Nogueira (Poder da Criação) e Tia Surica cantando Traíra comeu parente

Agora o serviço está completo. Lançado em 2005, o CD Renascença Samba Clube – Samba do Trabalhador chega ao mercado em DVD, com o registro da gravação do disco, dirigido por Paulo Machline, André Dória e Germano Fehr. Além da novidade de se poder ver e vibrar com a já famosa roda de samba carioca, o trabalho traz depoimento dos participantes, dentre eles, Moacyr Luz, Bandeira Brasil e Luiza Dionízio. Apresenta também intérpretes que ficaram de fora do CD como Diogo Nogueira (Poder da Criação), Ernesto Pires (Lua, Lua), Cláudio Camunguelo (Gurufim) e Tia Surica (Traíra comeu parente), Bruno Sales (Seja sambista também) e Pecê Ribeiro (Pra São Jorge).
O pagode Samba do Trabalhador, que é realizado há um ano, todas as segundas-feiras, a partir das 14h, no Clube Renascença (Vila Isabel), virou festa para um público cada vez maior e interessado no verdadeiro samba da cidade. A freqüência saltou de cerca de 50 pessoas no primeiro dia para mais de duas mil, atualmente.
O compositor e cantor Moacyr Luz, criador do projeto, fala sobre a roda: “Esses encontros têm uma importância histórica pois são uma continuidade dos grandes movimentos do samba, como na época do Cacique de Ramos quando surgiram Jorge Aragão, Zeca Pagodinho, Fundo de Quintal e Arlindo Cruz”. O maestro e produtor Rildo Hora reafirma: “Esse trabalho é para que o samba continue assim, soberano e sendo o ritmo mais importante da música brasileira.”
Em 23 faixas (contando as extras), o DVD apresenta o melhor do samba carioca. Tem desde reconhecidos como Luiz Carlos da Vila (O Sonho Não Acabou), Zé Luiz (Minha Arte de Amar, parceria com Nei Lopes) e Moacyr Luz (Cabô Meu Pai) até novos nomes como Renato Milagres, sobrinho de Zeca Pagodinho que canta Pintura Sem Arte (de Candeia) e Luiza Dionízio que mostra seu talento em Conceição da Praia.
Os arranjos de base são de Gabriel Cavalcante (cavaquinho) e Abel Luiz (cavaquinho e banjo). Participam também Daniel Neves (violão 7 cordas), Wladimir Roberto (violão), Daniel Oliveira (cavaquinho), Nilson Visual (surdo), Jorge Alexandre (tantan), Luiz Augusto (repique), Júnior de Oliveira (pandeiro), Wandinho (repique), Sérgio Brito (shakebalde), Winter (caxixi e ganzá) e Paulo Cesar Correa (pandeiro e reco-reco).
O Clube Renascença foi criado na década de 50 e até hoje mantém uma tradição de defesa da cultura afro-brasileira.
O Rio mantendo a tradição do samba, da confraternização e da alegria...

22 de julho de 2006

Charge do JB - Jornal do Brasil

Olha a Loló aí, gente...

Parabéns, Elton Medeiros

O Sol Nascerá
Composição: Cartola / Elton Medeiros

A sorrir
Eu pretendo levar a vida
Pois chorando
Eu vi a mocidade perdida
A sorrir
Eu pretendo levar a vida
Pois chorando
Eu vi a mocidade perdida
Finda a tempestade
O sol nascerá
Finda esta saudade
Hei de ter outro alguém para amar
A sorrir
Eu pretendo levar a vida
Pois chorando
Eu vi a mocidade perdida
A sorrir
Eu pretendo levar a vida
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Nosso querido compositor, aniversariante de hoje, em 1964 compôs a música com o Cartola. Duplo sentido ou não é um samba obrigatório nas rodas, na boêmia...
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Onde a Dor Não Tem Razão
Composição: (Paulinho da Viola - Elton Medeiros)
Canto
Pra dizer que no meu coração
Já não mais se agitam as ondas de uma paixão
Ele não é mais abrigo de amores perdidos
É um lago mais tranqüilo
Onde a dor não tem razão
Nele a semente de um novo amor nasceu
Livre de todo rancor, em flor se abriu
Venho reabrir as janelas da vida
E cantar como jamais cantei
Esta felicidade ainda
Quem esperou, como eu, por um novo carinho
E viveu tão sozinho
Tem que agradecer
Quando consegue do peito tirar um espinho
É que a velha esperança
Já não pode morrer
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Não podia deixar de lembrar sua parceria com o Paulinho da Viola, né?

Uma mulher de respeito

Rui Nogueira

A senadora Heloísa Helena vai dar um imenso trabalho para os seus concorrentes. Terá um caminhão de votos, numa performance eleitoral invejável que já dá os seus primeiros sinais no Rio de Janeiro, por exemplo, onde ela deverá surpreender e - quem sabe? - até disputar a dianteira com o chefe do Delúbio.
A alagoana é uma dessas forças da natureza, que brotam como o estrondo de uma boiada ou a inevitabilidade de uma erupção vulcânica. Mesmo um homem de direita, como eu, a respeita e a quer bem. É uma figura como a de Prestes ou a de Plínio Salgado, merecendo, ao mesmo tempo, o feroz combate e o necessário respeito de seus adversários políticos e inimigos ideológicos.
Heloísa é uma garantia de que os debates não serão permeados pela canalhice de Lula, pela mediocridade de Alckmin ou pelo tom professoral de Cristovam Buarque. Sua presença na atual campanha é uma garantia de que poderemos ouvir algumas verdades ansiadas pelo Brasil. Heloísa dá aos bois os nomes que eles tem, conta o caso como o caso foi, não pede licença para ser uma mulher destemida e decente.
Em primeira mão, a alegre e talentosa criação dos publicitários Deby Guttierez e Roger Telles, da RG Comunicação, de Palmas (TO), para a campanha de Heloísa.







Não tenho dúvidas que ela irá brilhar aqui no Rio.
Lembrem-se de que o Rio sempre vota diferente da média nacional.
Será que é por querer uma mudança brusca, algo que se diz novo ou simplesmente é o grito de descontentamento querendo chocar?

19 de julho de 2006

Gatão de Meia Idade


Vale a pena acessar o site do Miguel Paiva - www.radicalchic.com.br - ou dar uma passadinha diária no Globo para ver as inteligentes e divertidas charges.

Barricada de concreto protege prédio do Deic em SP

O prédio do Departamento de Investigação sobre o Crime Organizado (Deic) recebeu na última segunda-feira a proteção de uma barricada de blocos de concreto, colocada com a ajuda de guindastes.

O receio de novos ataques da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) é apontado como o principal motivo para a proteção, que serve para impedir, por exemplo, a invasão de um carro bomba ao edifício, algo que o PCC havia planejado anteriormente.
A segunda onda de ataques atribuídos à facção criminosa, que teve início na quarta-feira passada, registrou pelo menos 449 alvos e oito mortes. As ações ocorreram, além de São Paulo, em municípios como Santos, Guarujá, Praia Grande, Santa Isabel, Ferraz de Vasconcelos, Suzano, Osasco, Guarulhos, Mauá, Taubaté, Embu, Taboão da Serra e Pindamonhangaba.

E nós? Se a turma que pagamos para nos dar segurança está assim fica difícil imaginar o nosso futuro...

17 de julho de 2006

Grande Gusta...







Importante as duas postagens da Gusta, lá no Reaja Brasil, é a evidência de que até as crenças religiosas estão mostrando suas caras depois do que o PT fêz no nosso querido e sofrido Brasil, acreditando na ética, no respeito e nas virtudes necessárias ao convívio pacífico. Claro que existem religiosos sérios, mas fica difícil levar a sério as bençãos eletrônicas, missionários de última hora e presbíteros de momentos.
É assim que tomam o dinheiro dos necessitados e ignorantes. A conveniência aliada às necessidades do próprio bolso... e que se dane o mundo!

13 de julho de 2006

Tênis vira ´treinador´ com música

(BR Press) - O kit esportivo Nike+iPod chega nesta quinta (13/07) às lojas dos EUA e Reino Unido. Trata-se de um dos mais ousados gadgets com a cara do século 21, resultado de uma parceria entre a Nike e a Apple: um sistema wireless (sem fio) que permite a um iPod nano conversar com o tênis Air Zoom Moire, literalmente conectando o usuário à sua corrida e treinamento. O kit custa US$ 29,00 (com o sensor wireless para o tênis e receiver wireless para o iPod nano).
Pelo iPod, o corredor recebe informações sobre calorias, distância, frequência cardíaca, além de música e programas especiais sobre treinamento de corrida (Podcasts exclusivos) - e podem ser acessadas na tela do computador.
A idéia das multinacionais é aproximar os mundos do esporte e da música como jamais visto antes. Os CEOs da Nike, Mark Parker, e da Apple, Steve Jobs, divulgaram o Nike+iPod em um evento que contou com a presença de Lance Armstrong, ciclista sete vezes campeão do Tour de France, e de Paula Radcliffe, mulher mais rápida do mundo na maratona.
"Esse é o primeiro resultado, e o Nike+iPod vai criar uma melhor experiência de corrida, mudando a maneira que as pessoas praticam o esporte. E teremos uma série de inovações Nike+ no futuro", diz Parker. "O resultado é o mesmo que ter um treinador ao seu lado ou um parceiro de treino te motivando a cada passo de seu exercício", afirma Jobs, CEO da Apple.


Vamos acabar com a discriminação...
Quando será lançado o medidor de calorias para cada levantada de braço par se tomar um chopp? E um whisky? E a relação entre mastigar um tira-gosto, o papo intelecto-etílico e o gole providencial para definir a solução dos problemas sociais?
A cominidade científica está em deficit etílico e tecnológico com a boêmia.

Presidente Lulla, você é um representante dos biriteiros... se pronuncie!

Mãe admite a culpa e ajuda na recuperação

Agencia Estado, por Ricardo Westin

Sao Paulo (AE) - O estudante Kaique de Moraes tem 13 anos e pesa 70 quilos. É o mesmo peso que ele tinha aos 9 anos. Kaique era uma criança obesa. E a mãe, Sandra Regina de Moraes, de 34 anos, admite que teve culpa. O problema começou quando Kaique tinha 7 anos. Sandra trabalhava fora. De manhã, ele ficava na escola. Passava a tarde toda vendo televisão. À noite, quando chegava em casa, a mãe procurava compensar a ausência com guloseimas.
"Cuidava do jeito que eu achava certo", ela conta. "Sempre trazia alguma coisa para ele, um amendoim, um chocolate, um doce, achando que eu estava agradando, para compensar o fato de ficar o dia inteiro fora. Eu sempre trazia alguma coisa."
Quando se deu conta de que o filho estava bem acima do peso, Sandra buscou tratamento. O menino tinha 9 anos. A perda de peso foi provisória. Os 10 quilos perdidos ressurgiram porque, apesar de ter diminuído a comida, Kaique continuou sedentário.
Depois buscou ajuda de uma equipe formada por pediatra, nutricionista, educador físico e psicólogo. Só assim obteve resultado. A mãe se engajou no tratamento. Passou a comer melhor e a acompanhar o filho nas atividades físicas. Os passeios de bicicleta juntos continuam até hoje. Kaique está nos mesmos 70 quilos desde fevereiro. "Na escola não me chamam mais de gordinho. É muito melhor ser magro."


Porque o comentário?
Simples, enquanto não responsabilizarmos os pais pelos delitos praticados pelos filhos, menores, não teremos uma mudança de comportamento.
O menor carente tem um apoio social pelo Estado e Município suficiente para compreender e viver.
Tem educação e alimentação.
Tem atividades disponíveis pelas milhares de ONG's, tem eventuais programas de saúde básica e cuidados sanitários suficientes para manter padrões de sobrevivência acima do desconhecimento existente na grande maioria de locais miseráveis.

Falta o comprometimento de quem pôs no mundo.

Que tal experimentarmos colocar penas alternativas para esses pais? Será que não iriam se preocupar mais com o que os filhos estão fazendo? Desconhecimento em época que discutem a novela? o futebol?

Temos que parar de ser paternalistas irresponsáveis, afinal a responsabilidade de fazer uma criança não significa simplesmente a justificativa de que não tinha camisinha, prá quem assiste TV.

12 de julho de 2006

Pão, circo e o patriotismo da bola

“Só há duas opções nesta vida: se resignar ou se indignar”
Darcy Ribeiro


Só se fala nisso. Os jornais impressos lançam cadernos exclusivos. Os noticiários no rádio e na televisão dedicam blocos inteiros para abordar o assunto. Surgem programas de debates de todos os tipos. De comentaristas esportivos a ex-atletas, passando por atores e atrizes, músicos e colunáveis, todos parecem dotados de uma licença poética para opinar sobre resultados, lances e escalações. Fazem prognósticos como se fossem cientistas, criticam como se pudessem nortear decisões.
As cidades ganham um colorido em verde e amarelo. Bandeiras tremulam nas sacadas dos edifícios, nas janelas dos veículos, nas mãos dos pedestres. As ruas ficam desertas durante os jogos, o comércio fecha, a indústria pára.
Enquanto isso, projetos deixam de ser votados no congresso; empresas adiam investimentos; escândalos políticos são engavetados pela memória.
Há pouco mais de 20 anos, precisamente em janeiro de 1984, uma campanha pelas eleições diretas para presidente da República reuniu 300 mil pessoas no centro de São Paulo. E em agosto de 1992, foi a vez da manifestação popular pelo impeachment do então presidente Fernando Collor de Mello reunir mais de 500 mil pessoas em 17 cidades.
Antes destes eventos, podemos mencionar, na década de 60, 1968, o “ano que não terminou”. E a abertura política celebrada pela lei da anistia aos cassados pelo regime militar, decretada em agosto de 1979. Mobilizações de caráter cívico parecem ocorrer neste País em ciclos de dez anos. Estamos atrasados...
A pátria de chuteiras hasteia suas bandeiras apenas a cada quatro anos por pacotes de alegria de 90 minutos. Em torno da bola, mostra uma capacidade ímpar de união e civismo. Quisera eu ver igual demonstração de organização por outras causas. Pela educação, pela saúde, pelo controle dos gastos públicos, pela redução da carga tributária, pela segurança, pela redução das desigualdades sociais, pela ética na política.
Em vez disso, optamos por enaltecer atletas que, salvo exceções, esqueceram o significado da palavra humildade. Fazemos apostas e comentários que não levam a nada. Discutimos sobre as decisões equivocadas de um treinador que age exatamente como a maioria dos líderes de nossas empresas, desperdiçando talentos em defesa de sua inflexibilidade.
Com telas e telões como coliseus e jogadores como gladiadores, temos nosso devotado circo. Com o bolsa-família, o aumento do salário mínimo e a correção da tabela do imposto de renda temos nosso pão. Descalços, desdentados, descamisados, mas brevemente felizes.
Imperadores da Roma Antiga devem estar orgulhosos de seu legado milenar.


Tom Coelho tem graduação em Economia pela FEA/USP, Publicidade pela ESPM/SP e especialização em Marketing pela MMS/SP e em Qualidade de Vida no Trabalho pela FIA-FEA/USP. É colunista do Empregos.com.br, empresário, consultor, escritor e palestrante, Diretor da Infinity Consulting, Diretor do Simb/Abrinq e Membro Executivo do NJE/Fiesp.
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Outubro está chegando.
Vamos nos engajar em fazer nosso Brasil melhor, tudo ficará melhor.
Só depende de nós, de ajudarmos nosso povo a compreender o significado de uma sociedade melhor para todos.

11 de julho de 2006

Blog do Juca Kfouri

Fifa anularia o tetra italiano?

Estou de volta, embora ainda chegando, devagarinho.
Mas sou surpreendido pela edição de hoje da mais respeitada revista alemã, a Der Spiegel, que traz uma reportagem com o seguinte título: “Por que a Fifa pode cancelar o título da Itália”.

O texto original e o link da notícia estão a seguir.

“ Se as palavras do jogador de 32 anos – Materazzi – forem confirmadas e o conteúdo dos insultos comprovados, ele e seu time podem enfrentar pesadas consequências. Em março deste ano, a Fifa, em uma conferência, estabeleceu novas multas contra racismo. No artigo 55, da resolução 4 do Regulamento Disciplinar da Fifa, lê-se o seguinte: “Caso comportem-se jogadores de federações oficiais ou de clubes, bem como expectadores de alguma maneira discriminatória ou inumana como dizem os pontos 1 ou 2 deste artigo, as equipes punidas automaticamente perderão três pontos ... ou em partidas eliminatórias as referidas equipes serão desqualificadas.”

Wird dem 32-Jährigen zweifelsfrei der Wortlaut seiner Beleidigung nachgewiesen, drohen ihm und seinem Team womöglich harte Konsequenzen.
Erst im März dieses Jahres hat die Fifa auf einer Konferenz neue Strafen gegen Rassismus beschlossen. Im Artikel 55, Absatz 4 des Fifa-Disziplinarreglements heißt es: "Verhalten sich Spieler, Offizielle von Verbänden oder Clubs sowie Zuschauer in irgendeiner Form diskriminierend oder menschenverachtend gemäss Abs. 1 und/oder 2 dieses Artikels, so werden der betreffenden Mannschaft, sofern zuordbar, bei einem ersten Vergehen automatisch drei Punkte abgezogen. (...) In Spielen ohne Punktevergabe wird die entsprechende Mannschaft, sofern zuordenbar, disqualifiziert."


http://www.spiegel.de/sport/fussball/0,1518,426180,00.html




Se realmente o zagueiro utilizou termos racistas seria uma ótima lição para mostrar ao mundo que o esporte é sério e quer unir os povos.

6 de julho de 2006

Marmelada?

No sul de Minas, conhecemos o marmelo, uma saborosa fruta.
Você vai conhecer agora a história do marmelo, uma fruta que, no século passado, foi muito usada para fazer a famosa marmelada.
Hoje, o doce já não é tão consumido e a fruta quase desapareceu.
A cidade de Delfim Moreira, no sul de Minas Gerais, com apenas oito mil habitantes, já foi a maior produtora do marmelo. Toda a economia girava em torno da produção da fruta e das fábricas de doces.
O marmelo é uma fruta típica da Ásia. Foi levada para o sul de Minas em meados do século 18 e se adaptou muito bem ao clima frio da Serra da Mantiqueira. Na década de 80, Delfim Moreira era responsável por 80% da produção nacional da fruta.
Havia dois milhões de pés em produção; as safras que chegavam a 13 mil toneladas. Nos terrenos íngrimes, as frutas eram transportadas por animais.
Com a queda no consumo da marmelada (doce feito com marmelo e açúcar), o marmelo começou a ser importado de outros países da América Latina.
Hoje, na cidade, há poucas lavouras. São apenas três hectares de marmelo que produzem nos meses de janeiro e fevereiro cerca de 20 toneladas da fruta.




Os acontecimentos políticos nos ultimos tempos motivaram a disponibilização de informações sobre o tradicional doce e sua origem, não vamos confundir com a 'marmelada' que estão nos obrigando a engolir. Por falta de atitude, nossa!
E vamos às urnas...

Saboreando nosso Brasil

REDESCOBRINDO O BRASIL

A variedade de espécies, a riqueza de sabores, os aromas peculiares e o colorido vivo dos frutos da terra brasileira fascinam, inspiram e atiçam a curiosidade dos estrangeiros há exatamente 506 anos. Do palmito provado com interesse pelos integrantes da caravela de Cabral à mandioquinha que o chef francês Laurent Suaudeau elevou à categoria de iguaria, em 1982, na forma de uma delicadíssima mousseline, sem esquecer o maracujá, a jabuticaba e o açaí tão celebrados por Claude Troisgros. A natureza do Brasil se revela particularmente sedutora na alta gastronomia. Em meio a tamanha diversidade, porém, nada tem provocado tanto fascínio nos últimos tempos como as frutas regionais da Amazônia.




ARAÇÁ - Encontrada na Bacia Amazônica, nas Guianas e na Bacia do Orinoco, em estado silvestre ou cultivada, mede cerca de 4 centímetros e tem muitas sementes. A polpa amarelo-claro é ácida e presta-se ao preparo de doces e tortas, mas especialmente à confecção de geléias.

BACURI - É uma das frutas preferidas pela população amazônica e chegou a ser integrante dos banquetes oficiais do Itamaraty nos tempos do Barão de Rio Branco. Sua polpa branca se torna amarelada em contato com o ar. O sabor suave lembra o mangostão. Serve ao preparo de sorvetes, sucos, compotas e pudins. Nativa do Norte, especialmente no Pará, sendo particularmente abundante na Ilha de Marajó e no Tocantins, difunde-se pelo Nordeste (Maranhão e Piauí) e Centro-Oeste (Goiás e Mato Grosso).

BIRIBÁ - Também conhecida como fruta da condessa ou graviola brava, encontra-se no ocidente da Bacia Amazônica, nas Antilhas e em outras partes do Caribe. Pode chegar a pesar 1,5 quilo. Sua polpa suculenta e cremosa é ingrediente de sucesso em sobremesas, mas também pode ser fermentada para produção de vinho.


CASTANHA-DO-PARÁ - Nativa da Amazônia, espalha-se por toda a região. A amêndoa da castanha-do-pará é muito rica em gorduras e proteínas e tem por isso o apelido de carne vegetal. Seu nível de proteína equivale ao de um ovo. Usada na culinária doce e salgada, serve ainda para a extração de óleo vegetal.

INANJÁ - Freqüente no Pará, nas áreas próximas às matas. Precisa ser descascado. Sua polpa é durinha, fibrosa, e o sabor faz lembrar o do tucumã.

MURICI - Conhecida igualmente como muruci ou mirici, essa frutinha chamou a atenção já na época do Descobrimento, porque os portugueses associavam seu aroma ao do queijo do Alentejo. Sua polpa amarela e de aroma peculiar faz bastante sucesso na doçaria nortista. Com o murici prepara-se também um licor muito apreciado em Goiás. Mas a maneira mais típica de saborear o murici é cru, cortado em fatias finas e misturado com farinha.

SAPOTILHA OU SAPOTI - É o fruto da maçaranduba, uma árvore que chega aos 40 ou 50 metros de altura e ocorre em regiões de terra perene da Amazônia. Trata-se de uma espécie muito valorizada porque sua madeira é bastante resistente e, além disso, seu látex - comestível - é empregado na fabricação de chicletes.

SAPUCAIA - É nativa das regiões úmidas da Amazônia, locais de solo fértil. Desperta especial interesse porque suas castanhas são protegidas por uma cumbuca.

TAPEREBÁ - Também conhecida como cajá no Nordeste, essa fruta originou-se provavelmente na Amazônia, onde os índios a consideram sagrada. Sua polpa alaranjada, perfumada, suculenta e levemente ácida é usada para fazer sorvetes, compotas, licores e geléias. Em Belém, no Pará, o taperebá confere personalidade ímpar à batidinha local, combinada com pinga, açúcar e um pouquinho de gelo.

TUCUMÃ - Origina-se no Amazonas, mas está distribuído até as Guianas, o Peru e a Colômbia. Consiste num coquinho muito rico em vitamina A, de polpa saborosíssima, cuja delicadeza faz lembrar o damasco.

URUCUM - Espécie nativa da América do Sul, chamada também de colorau ou açafrão, é usada pelos índios brasileiros para proteger a pele do sol e como repelente, tendo a vantagem de ser um dos poucos corantes que não fazem mal à saúde. Rico em vitaminas A, B, C, potássio, cálcio e ferro.

UXI - Também chamado de uxipuçu, é natural da Amazônia brasileira, onde pode ser encontrado em abundância em estado silvestre. Verde-amarelado, tem polpa delicada com textura que remete ao abacate e à banana e consistência farinácea oleosa. A árvore chega a 30 metros de altura.

Fonte: Revista Gula, Por Patrícia FerrazFotos Luiz Henrique Mendes

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Nosso Brasil é saboroso...

Quem não conhece nossas frutas não pode ainda morrer. Não vai saber que as frutas foram colhidas no nosso paraíso.

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5 de julho de 2006

Cientista alemão cria menor campo de futebol do mundo

BERLIM (Reuters) - Um cientista alemão criou o menor campo de futebol do mundo, tão pequeno que 20 mil deles cabem na ponta de um fio de cabelo humano.
A imitação de um campo, criada usando nanotecnologia, mede 500 por 380 nanômetros e só pode ser vista por microscópio especial, disse seu criador, Stefan Trellenkamp.
"Eu estou realmente orgulhoso", disse o pesquisador de nanotecnologias da universidade de Kaiserslautern, à Reuters, por telefone.
"O único problema é que eu realmente não sei o que fazer com isso. Não posso exibi-lo porque ninguém é capaz de ver", disse Trellenkamp. "Eu creio que apenas vai ficar na minha mesa."
Trellenkamp informou que precisou de um dia inteiro para gravar as linhas de um campo de futebol com um raio de elétrons sobre uma minúscula placa de acrílico. Um nanômetro é a medida equivalente a um bilionésimo de metro.



Nossa seleção, após o fiasco contra a França, já tem um local apropriado para jogar. Me parece o palco adequado para o tamanho do futebol apresentado.

Os segredos para a nota 10

Escolas da Região Serrana que brilharam na avaliação dão aula de criatividade e dedicação

Francisco Edson Alves
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Rio - Soluções simples, porém criativas, são o segredo do sucesso das duas escolas de Ensino Fundamental da rede estadual do Rio que se destacaram no Prova Brasil. Conforme O DIA mostrou com exclusividade sábado, estímulo às turmas e dedicação de professores garantiram às unidades as maiores notas de Português e Matemática em todo o País. Os alunos do Ciep Professor Guiomar Gonçalves Neves e do Colégio Januário de Toledo Pizza, ambos na Região Serrana, bateram quase 2 milhões de crianças da 4ª série que se submeteram à avaliação do MEC. Outro 1,3 milhão pertence à 8ª série.
Segundo os diretores, não há estratégia pedagógica especial. Alunos e professores se esforçam para manter o ensino de qualidade. Em Português, crianças aprendem mais participando de concursos e de campanhas e transformam aulas em peças e números de dança ou paródias, a partir de temas baseados em livros.
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TAMPINHAS E GRÃOS
Outro segredo são os torneios de redação dentro e fora da escola. No Ciep Guiomar Neves, em Trajano de Morais, quem bate o recorde de leitura de livros num período ganha medalhas ou materiais escolares.
Já nas aulas de Matemática, professores utilizam tampinhas de garrafa, grãos de milho, embalagens, jornais e sementes de plantas para ensinar os alunos a fazer contas. “Há mais de 10 anos levamos ao pé da letra o velho ditado de que na natureza nada se perde, tudo se transforma”, comenta o diretor do Ciep, Elielton Riguetti.
No Januário Pizza, em São Sebastião do Alto, professores ainda dão aulas de reforço, sem remuneração, fora dos horários de aulas para quem tem dificuldades. “As crianças precisavam de algo mais para se interessar, além da forma tradicional, de apenas copiar do quadro. Adotamos idéias simples, que funcionam”, comenta o diretor Antônio José Gaio.
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SUCESSO COMPROVADO
Gaio cita os concursos de poesias e de redação, julgados por professores aposentados, na presença de pais e amigos. “As crianças ganham gosto pela leitura a partir do momento em que ele é elogiado na comunidade, quando seu nome é exaltado”, justifica o diretor.
A trajetória de sucesso do Ciep Guiomar Neves é extensa. Ano passado, a unidade foi uma das 35 que obtiveram o nível máximo no Programa Nova Escola, do estado. Receberam R$ 5 mil. “Compramos TV, máquina digital e aparador de grama”, lembra Riguetti.
Fonte: O Dia
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Simplicidade nas ações, criatividade e principalmente amor pelo que faz. Depende de atitude dos professores, comprometimento com a profissão e missão que escolheu.
Independente de credo religioso, sinto que a falta de Educação Religiosa tirou o maior ensinamento das crianças, "amai o próximo como a si mesmo", "não faça com os outros aquilo que não quer que façam contigo".
Evidente que a busca por melhor remuneração é uma constante em todos os segmentos, mas a greve atrapalha a seriedade da educação, quebra o ritmo e a motivação dos alunos.
O ensino fundamental merece toda a atenção. Uma boa base evitará que se discutam cotas e outras coisas no ensino superior.

3 de julho de 2006

É só ler corretamente.



Recebi por e-mail do amigão Alcir, lá de Belém.

1 de julho de 2006

Melhores escolas públicas do país estão no interior

Agência Estado

Prova Brasil, primeira avaliação universal do MEC, mostra que o ensino continua ruim na 4.ª e na 8.ª série

A primeira avaliação nacional feita em todas as escolas de ensino fundamental do País mostrou que a melhor educação está no interior. Das dez escolas com melhor desempenho na 4.ª série, apenas uma está em uma capital, no Rio. No Estado de São Paulo, não há nenhuma escola da capital entre as melhores, tanto na 4.ª série quanto na 8.ª série. As capitais só entram na lista das escolas de 8.ª série, e graças a escolas federais.
Os dados são da chamada Prova Brasil, novo exame organizado pelo Ministério da Educação (MEC) e que foi feito em 41 mil das 43 mil escolas de ensino fundamental do País, com participação de 3,3 milhões de alunos . Até agora, havia apenas exames feitos por amostragem do ensino básico fundamental brasileiro.
Os resultados foram apresentados ontem e mostraram que a situação das escolas no País continua ruim. Apesar de uma melhora na média das crianças de 4.ª série, as notas indicam que a maior parte delas termina esse ano escolar sabendo pouco mais do que interpretar textos curtos e fazer operações simples. As da 8.ª série conhecem apenas o que seria ideal para um aluno da 4.ª: interpretar textos, fazer relações, interpretar gráficos simples, fazer as quatro operações.
Em português, na 4.ª série, 45% das escolas tiveram notas maiores que a média nacional, de 172,9 pontos. Em matemática, foram 44,4% além da média de 180 pontos. Na 8.ª série, em português, 48% das escolas ficaram acima da média de 222,6 pontos. Em matemática, foram 46,6% além dos 237,5 pontos nacionais.
O desempenho das melhores escolas do País, no entanto, fica bem acima do rendimento nacional pífio. São poucas, mas mostram que, pelo menos em alguns locais, é possível esperar que alunos de escolas públicas tenham os resultados adequados para as suas séries. Das dez melhores escolas de 4.ª série do País, todas tiveram médias, nas duas disciplinas, muito superiores às médias nacionais dos alunos de 8.ª série, que tem quatro anos de escolaridade a mais.
O MEC não tem uma explicação para a concentração de boas escolas no interior do País. Até hoje, o Sistema de Avaliação de Ensino Básico (Saeb), que era feito a cada dois anos, não permitia fazer essa divisão porque não havia resultados por escolas. "Há menos alunos nas salas de aula e a comunidade participa, os pais opinam, os professores conhecem o aluno pelo nome", acredita Alexandre Luiz Martins de Freitas, secretário de Educação de Matão, no interior de São Paulo, que teve as melhores notas do Estado.
Para o secretário estadual de Educação do Rio, Arnaldo Niskier, o motivo da prevalência do interior é outro. "Eu sei que essa afirmação vai me causar problemas, mas eu assumo. Com menos atrativos no interior, os alunos se dedicam mais aos estudos" , diz.
O MEC pretende que, tendo acesso a seus resultados, cada escola se compare com as vizinhas e as tenham como parâmetro para melhorar. A meta nacional, segundo o ministro Fernando Haddad, é que o País melhore cerca de oito pontos na média das turmas de 4.ª série a cada ano. "Se quisermos estar entre os países intermediários nas avaliações internacionais, com um desempenho satisfatório, temos que cumprir essa meta."
As melhores - Em São Paulo, segundo o MEC, não há notas específicas para cada escola estadual porque a Secretaria de Educação paulista não permitiu que todos os alunos fizessem a prova devido ao tamanho da rede.
No Rio, a melhor turma de 4.ª série em português do País fica na cidade de Trajano de Morais, região serrana do Rio. Concursos de redação e uma biblioteca, montada pela Secretaria de Estado de Educação, são as ferramentas dos professores do Ciep Prof.ª Guiomar Gonçalves Neves para combater o chamado analfabetismo funcional.
"Procuramos incentivar os alunos com concursos de redação e damos ênfase à recuperação paralela, em que as dificuldades dos alunos são identificadas", diz o diretor Elielton Riguetti. Apenas 1,2% da população da cidade tem mais de 15 anos de estudo, segundo o Censo 2000, mas os professores da escola têm ensino superior.
Os alunos aprendem matemática com auxílio do material dourado, blocos de madeira que representam unidades, dezenas e centenas. "A criança trabalha o concreto, ela visualiza a matemática", explica Riguetti. A escola, que tem 421 alunos de 1.ª a 8.ª série e curso de formação de professores, também ficou em segundo lugar em matemática no Prova Brasil.
O Colégio Estadual Januário Toledo de Pizza, em São Sebastião do Alto, foi o primeiro colocado em matemática e teve o segundo melhor desempenho em português. "O segredo é o trabalho dos professores", disse a diretora, Meire Amaral.
Os 481 alunos são divididos em turmas de até 30 crianças. De 1.ª a 4.ª série, a maior turma tem 19 alunos. Com classes menores, os professores conseguem dar atenção mais individualizada aos estudantes.




Vale a pena acessar O Globo ( http://oglobo.globo.com/jornal/pais/284516376.asp ) e ver os resultados por Estado.

Paulo Caruso, no Jornal do Brasil

Aroeira, em O Dia